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Linha do Tempo
(Time Line)
 

2018

Transcendentalists & Transhumanists

Nova proposta de montagem para o Projeto Sereia Lab: narrativa Sci-Fi, com personagens e resgates e alguns movimentos que marcaram a passagem do século 19 ao 20.

 

2017

Movimento Remix
Mais: 

 

"Movimento" é uma canção composta e apresentada a público a mais de dez anos em sua versão acústica. Sua primeira versão de arranjos eletrônicos foi produzida pelo músico e DJ inglês Hej Jones em 2005. Nesta parceria, apresentaram shows no Rio de Janeiro. Em 2007, Elen Nas apresentou os arranjos em performances-solo, em Ibiza. No ano seguinte "Movimento"foi apresentada como uma das canções para o projeto de Exposição Multimedia "Sereia Lab", dentro da performance "DJ subaquática", também uma criação da artista. 

A versão atual de "Movimento" é um remix de áudio e vídeo, desde a última versão "Sereia Lab" (para o áudio) e com montagens de vídeos de celulares de  imagens de bambolê captadas no "Bloco das Mulheres Rodadas", aulas de acrobacia aérea no Circo Voador, além de outras imagens captadas no dia-a-dia e encontradas na Web.

Neste mesmo período foram editados novos vídeos para canções também antigas, como "Sereia" e "Cabeça de Martelo". Ambas fizeram também parte do repertório apresentado pela "DJ Subaquática", do projeto de exposição multimedia, performance e Arte Interativa "Sereia Lab".

"Cabeça de Martelo" foi composta na primeira metade da década dos 2000 e produzida pela própria autora na segunda metade dos 2000, tendo recebido, posterioremente contribuições de Bruno Queiroz nos arranjos eletrônicos para ser apresentada pela "DJ Subaquática" no Projeto Sereia Lab.

"Sereia" foi composta nadando de costas no mar no final da década de 90. A inspiração veio do folclore brasileiro e a relação instigante do mito com a música, o feminino e a sedução. No ínicio era uma música  que foi composta cantarolando e acompanhou a cantora na sua viagem ao exterior, mas era apenas cantada  quando ia nadar nos parques aquáticos para relaxar. Apenas alguns anos depois ela foi harmonizada e até hoje não possui um arranjo definitivo. A canção têm sido objeto de experimentações sonoras variadas.

Em 2017 torna-se Mestre em Design com o trabalho "Arte Eletrônica: elo perdido entre Ciência, Design e Tecnologia" e ingressa no Doutorado em Bioética com a proposta de melhor investigar a Filosofia da Tecnologia.

Outros Mixes:
 

2016

Lirismo na Rua

Cantar ópera sem que se esteja no palco e em contextos inusitados: depois de apresentar performances no Cep 20000, encontro de poesia carioca, a voz lírica continuava nos coletivos, bares, dentro dos ônibus, na rua. Passada a primeira década do Século 21, "Lirismo na Rua" se tornou um dispositivo de intervenção urbana. Existem vozes românticas que estão "fora da curva", "fora do eixo", "fora da caixa" e essa voz te convida a viagens no tempo através de poesia cantada. Uma viajante do tempo, seria uma louca? Junto com ela, muitas vozes querem ser ouvidas, e elas estão nas ruas, nos coletivos, nas multidões! O filme acima é um registro do ocorrido durante um período de 2016, no Projeto para o Fomento Olímpico Carioca. O registro foi feito no improviso, desde que era importante que a ação fosse vista como iniciativa individual e espontânea. O filme portanto representa uma "colagem" com as imagens do que foi possível captadar na ação.

Veja AQUI o "diário de bordo" da ação performAtiva.

Outros trabalhos, participações em conferências e estudos neste ano:

"Mensageira das Galáxias": protótipo de roupa com resposta sensorial ao som.   Versão 1.0.

"Cabeça de Martelo" foi composta na primeira metade da década de 2000, com arranjos da autora, em gravações da segunda metade da década dos 2000. Para as apresentações subaquáticas da canção, a programação eletrônica recebeu também contribuições de Bruno Queiroz em 2009.

 
Todos Budas

2015

O Projeto “Todos Budas” Objeto Sonoro e instalação sensorial. Foi inicialmente montado com um sensor Sonar, Led RGB, MP3 Shield e Arduíno. Estes dispositivos ficaram invisívelmente embutidos em uma base abaixo de um pequeno aquário. 

A programação, com Arduíno e Processing, assim como a montagem, foram planejadas de modo que o visitante/observador pudesse ouvir os trechos sonoros de acordo com a sua posição dentro de sala, e assim tomar decisões, de aproximação/ distanciamento em relação ao objeto.

O conteúdo sonoro partiu de um poema escrito após um dos cursos/retiros de meditação Vipassana, e o arranjo da composição constitui-se exclusivamente de vozes e efeitos sonoros programados no Ableton Live pela autora.

O vídeo é uma mostra do protótipo feito na ESDI - Escola Superior de Desenho Industrial, que teve orientação/colaboração do Engenheiro Fernando Reiszel, Denise Filippo na programação computacional e do Designer Mauro Pinheiro que liderou o grupo de estudos sobre Design de Interação.

         Outros trabalhos e estudos neste ano:               

A Exposição "Lirismo" aconteceu no Centro Cultural Paschoal Carlos Magno em Niterói, Rio de Janeiro, e reuniu duas diferentes vertentes das ações de intervenções urbanas "Lirismo na Rua" (performances e colagens), com a proposta de Arte Eletrônica-Arte Sonora em uma montagem sensorial. Painéis feitos com partituras mostravam personagens, dispostos na Galeria Quirino Campofiorito, uma caixa de vidro cercada de verde no Campo de São Bento.

O registro de uma ação performática no Plaza Shopping estava presente em um televisor e em trechos sonoros que eram ouvidos pela sala, de acordo com a aproximação do visitante. Uma saia modelada com partituras ocupava o centro da galeria escondendo os fios de conexão com as caixas de som e sensores, uma raspberry-pi e um arduíno. A montagem técnica foi feita com o apoio do  programador Enzo Yabusame e do estudante de Engenharia da UFRJ, Leonardo 'Kenny'.

As personagens lembradas nos painéis de partituras são heroínas contemporâneas que, como as heroínas das óperas, possuem origens e destinos polêmicos, marginais e controversos. São personagens femininas com inspirações  nas "Pussy Riots", "Guerrilla Girls", "Black Blocks". Algumas inventadas, outras bem óbvias como a "Mulher Maravilha" que têm os lábios vaginais na sua boca.

2014

Exposição Lirismo

Neste mesmo ano há também uma produção contínua de aquarelas que também fizeram parte de uma exposição na Igreja dos Marinheiros da Noruega em 2015.

 
 

O projeto de laboratório inventivo, que planeja sempre novos desenvolvimentos e um contato com o público que influa em conhecer-se através de muitos olhares, e o olhar de uma artista, mulher, que viveu através do mundo submersa, ficou "estacionado" pelo desinteresse das políticas culturais em curso, ou pela não aplicação dos princípios estabelecidos pela mesma. Com o esgotamento dos seus investimentos e um novo período de vida madura se aproximando, a artista caiu em depressão por alguns períodos, ainda assim realizou diversas pequenas produções, dentro dos precários recursos disponíveis, com muita criatividade e amor interno envolvido. Um amor de vontade de espalhar beleza pelo mundo. Sereia Lab foi o primeiro trabalho dentro da nova era digital a explorar, ou re-explorar as relações do corpo com a água, utlizando tecnologias interativas e procurando resgatar a "sereia" de um imaginário mitológico onde a sedução possa vir pelo som, pelos estímulos a imaginação, mais do que apelos de imagem, sexualidade, e da "objetificação de corpos" contemporâneos.

CONTATO

Nascida na Região Metropolitana do Estado do Rio de Janeiro, sua primeira infância foi semi-rural ou semi-urbana, fato que já a fez "alienígena" entre os colegas, quando se mudou para o Rio-cidade aos 7-8 anos, no final dos anos 80. A vida na Tijuca foi entre as Letras, Cinema e Música. Estudou piano sem que tivesse o instrumento em casa. Mais tarde voltou a estudar música, participou de bandas e grupos musicais no Colégio, foi ativista estudantil, formou-se em Ciências Sociais, ganhou um Prêmio de Ciência e Tecnologia com a monografia de final de curso, em 92, após novos e mais aprofundados estudos de Música, ganhou um Festival em 95, outro maior em 96 e, ao final  de 97 foi para a Alemanha a convite de uma Escola de Música. No Rio dava aulas de música, canto, história, sociologia e, posteriormente, também de inglês. Têm uma formação diversa, com cursos livres de dança, teatro, circo, computação, mergulho, artes marciais, entre outros.

Seu primeiro "show" divulgado em folhetos xerocados data do início dos anos 90. No início de 98 na Alemanha fez shows-solo e participou de turnês e gravações como cantora contratada para vocal solo. Ainda em 98 foi morar na Inglaterra onde fez performances em lugares como o ICA de Londres e o Jazz Cafe em Candem Town. No Brasil no início dos 2000, fez pequenos shows em centros culturais, sempre com misturas de diversas influências musicais e bases eletrônicas. Sem o auxílio de internet ou "redes sociais" havia dificuldade em "formar público" e todo sistema de produção musical nestes períodos em que a artista atuou mais na música requeria, na maior parte das vezes, que o próprio artista investisse em tudo, desde a contratação da casa até toda estrutura de pré-produção, que envolve divulgação e muitos outros elementos.

Passou a direcionar seu trabalho para performances individuais nas Artes Visuais, onde todo o processo criativo de preparação, concepção e investimento é mais fácil de administrar do que convocar músicos, contratar estúdios, investir em gravações, etc. Assim, entre 2003 até os dias de hoje, participou com performances, conceituais, musicais, interativas, com ou sem novas tecnologias, em galerias ou espaços abertos no perímetro urbano, até que em 2009 realizou sua primeira exposição solo como artista visual, da performance, da música e da pesquisa com novas tecnologias. "Sereia Lab" foi resultado de um longo percurso de vivências e chamou atenção das mídias e sociedade por sua ousadia e atualidade. Infelizmente, após dois contratos resultantes de seleção em Edital público e mais de 7 certificações aprovadas em Leis de Incentivo, além de participações confirmadas de artistas e pesquisadores de reconhecimento, histórico e produções realizadas, a artista não teve mais oportunidade de apresentar o trabalho em outros locais do Brasil, para onde era possível viajar com o aquário de 500kg e produzir a exposição, a despeito de cartas confirmadas de interesse de Museus e Galerias em diversos locais.

 

BIO

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